Caso Gabriel Pérola: Delegado analisa elementos que possam contribuir para esclarecer morte em Barra do Garças
O delegado da 1° Delegacia da Polícia Civil de Barra do Garças, Adriano Alencar, responsável pela investigação do caso envolvendo o desportista Gabriel Pérola, de 27 anos, falou nesta terça-feira (20) em entrevista coletiva, sobre o andamento do inquérito policial, que apura a morte do atleta.
- Categoria: Geral
- Publicação: 21/01/2026 14:39
- Autor: Fonte: COMANDO GERAL
delegado da 1° Delegacia da Polícia Civil de Barra do Garças, Adriano Alencar, responsável pela investigação do caso envolvendo o desportista Gabriel Pérola, de 27 anos, falou nesta terça-feira (20) em entrevista coletiva, sobre o andamento do inquérito policial, que apura a morte do atleta.
Em declaração oficial, o delegado destacou que todas as circunstâncias relacionadas ao fato estão sendo analisadas de forma responsável e criteriosa pela Polícia Civil.
Segundo ele, diligências foram realizadas desde o registro da ocorrência, incluindo oitivas de envolvidos, coleta de informações técnicas e análise de elementos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.
O objetivo, conforme ressaltado, é garantir uma apuração imparcial e baseada exclusivamente em provas.
Gabriel Pérola, que vinha ganhando destaque em competições de artes marciais, morreu na última sexta-feira (16), na casa de um amigo, de 26 anos, na Travessa 5, no Bairro Jardim das Mangueiras.
O caso que inicialmente era tratado como possível suicídio, foi contestado pela mãe de Gabriel, Heloisa Pérola, que é Sargento da Polícia Militar de Mato Grosso.
Em entrevista recente, a mãe disse que o filho teria sido vítima de uma emboscada, já que estaria recebendo ameaças de morte de um ex-aluno, supostamente membro de uma facção criminosa, que se recusava a pagar aulas, ministradas por Gabriel, e chegou a divulgar áudios, do momento do disparo da arma de fogo.
As declarações repercutiram nas redes sociais, levantando suspeitas do envolvimento de uma terceira pessoa na cena do fato, informação não confirmada pelo delegado, que mencionou ainda, que a arma teria sido levada pelo próprio Gabriel.
De acordo com o delegado, a Polícia Técnica tem até 10 dias para apresentar os laudos, que irão ajudar a esclarecer o ocorrido.
"Não está sendo descartada a situação de homicídio, porém, a linha técnica que seguimos é baseada no laudo pericial. Já conversamos com o perito", pontuou o delegado, citando inclusive, que foi encontrado mancha de sangue no dedo indicador da vítima (dedo usado para acionar o gatilho).
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